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NÃO HÁ LEI QUE POSSA OBRIGAR


 Não há lei que possa obrigar um ser humano

A sentir saudade

A se emocionar com a alegria alheia

Nem a abraçar alguém que chora


Não há lei que possa obrigar um ser humano

A desejar a felicidade de outro

A chorar pela morte de um desconhecido

A sonhar um futuro melhor para um mundo

                                                                  No qual não irá viver


Mas, sentimos, nos emocionamos, abraçamos,

Sonhamos e nos importamos, todos os dias,

Com todos os outros seres, humanos ou não,

Porque o ser humano é assim; bom.


Essa é a nossa natureza 

Esse é o sentido da vida

Cuidar de toda a natureza utilizando nosso maior poder:

o amor.


- Edmir Saint-Clair


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O MEDO DA MUDANÇA

O medo está nos rondando o tempo todo, nos fazendo engolir sapos maiores que a boca. Sem que tenhamos consciência de quais são seus detonadores, de repente, aparece tentando encaixar as nossas atitudes e, pior, a dos outros também, em modelos que nem sabemos se servem aos nossos anseios. Tudo para termos a sensação de segurança. 

Quanto mais previsível, quanto menos mudanças na rotina, mais seguro o ser humano se imagina. A, estranhamente, chamada zona de conforto, de conforto não tem nada. O nome certo é zona de tédio, uma ilusão maléfica causada pelo medo que a simples idéia de mudança provoca. Mas, as mudanças ocorrem o tempo todo, percebamos ou não. Não dependem da nossa vontade.

O medo da mudança é uma força poderosa e vive escondido nas pequenas coisas e, é, na maioria das vezes, o grande responsável pelos maiores sofrimentos.

Ouvi de um amigo psicanalista, algo que me ficou na cabeça e que os anos só reforçaram a verdade que traduz:

− "O ser humano se sente seguro vivendo uma rotina previsível, mesmo que isso signifique viver em péssimas situações, aparentemente insustentáveis, se vistas por alguém de fora mas, que ele já conhece e está acostumado. É péssimo, mas é um péssimo que ele conhece. Essa força é tão poderosa que a simples idéia de romper com a situação e partir para algo novo pode causar pânico a algumas pessoas. O ser humano prefere ficar no sofrimento conhecido a arriscar qualquer outra coisa que ele não conheça. ”

Não raras vezes, nos deparamos com essa realidade em vários aspectos. Nas relações familiares, profissionais, amorosas, fraternas e quantos mais pensarmos.

Admiro as pessoas que conseguem se desvencilhar rápido de situações incômodas. É claro que tudo tem sua peculiaridade e nada pode ser posto numa mesma sacola. Mas, existe uma linha, que pode não ser nem um pouco tênue, de onde, a partir dali, qualquer um tem certeza do dano que aquela situação está trazendo a um, ou a quantos mais estiverem envolvidos.

Seja em que âmbito for, chega um momento em que o desgaste é tão profundo e incomodo que a mudança é absolutamente inevitável e urgente. E; isso sempre gera insegurança, que é outro nome para o medo.

Nas relações amorosas isso é ainda mais nítido. Do início da descida até se esborrachar no fim, a gente vem se ralando todo, ladeira abaixo. E, não raras vezes, essa ladeira dura anos. Imagine quanta ralação, quantos machucados daqueles bem ardidos poderiam ser evitados.

É bem doloroso. O que esquecemos é que podemos, a qualquer momento, interromper essa descida e evitar mais machucados. Saber interrompê-la antes que os traumas se aprofundem demais é o que decide como estaremos preparados para próximos relacionamentos. Essa decisão é das mais sérias com as quais nos deparamos na vida: a hora de parar. Há um momento que temos que dar um fim a uma situação de sofrimento e não olhar mais para trás. Por uma questão de sobrevivência e sanidade.

Saber a hora de parar de sofrer é fundamental para não perder a crença em si mesmo. É necessário acreditar que podemos produzir nossa própria felicidade. E, antes, precisamos crer que somos capazes de nos proteger, de cuidar de nós mesmos, adequadamente. Porque, quantos mais machucados estivermos, mais tempo esses traumas levarão para cicatrizar. Isso significa que precisaremos de mais tempo para nos recompor até estarmos prontos para uma nova relação. E a vida não espera. O tempo passa. E, dependendo da intensidade e quantidade dos eventos traumáticos, e dos recursos disponíveis para enfrentá-los (terapias e redes de apoio), essa recomposição pode ser bastante demorada.

É importante sermos sinceros ao respondermos às nossas próprias perguntas. Precisamos saber pelo menos o que pensamos, de verdade, sobre nossos próprios assuntos e sentimentos. Precisamos estipular nossos limites. A Tolerância é necessária, sem ela não se vive em sociedade, não se aprende e nem se evolui. Mas, a partir de um tênue limite, passa a ser submissão, conformismo e covardia.

Vivemos como se houvesse um modo certo e outro errado de realizarmos nossa vida. Como se houvesse um gabarito. Não há. Ninguém nasce com manual ou destino traçado. Tudo que fazemos é inédito. Algumas vezes, é imprevisível, simplesmente porque ninguém fez daquele jeito antes. Do seu jeito, original é único.

Mudar dá medo. Principalmente, quando a decisão de mudança envolve coisas básicas como mudar de casa, ficar sozinho, trocar um emprego medíocre, mas que paga as contas, por um projeto que, se der certo, vai te dar a vida que você deseja (isso não está ligado a dinheiro necessariamente!). Mas, que, também, pode dar errado. 

E daí? Tudo pode dar errado, principalmente, o que está dando certo. Já que o que está dando errado, se mudar, só pode mudar para dar certo. 

Se der errado é porque não mudou. Então, vai ter que mudar de novo. Até dar certo. E, pode ter certeza, uma das coisas que mais ajudam a persistir até que dê certo, é o bom humor. Sem ele a vida não tem graça. É preciso brincar de ser feliz, pelo menos...

Ou seja, veja-se por que ângulo for, é preciso estar aberto à mudança sempre. Inclusive, para que o que já está dando certo, continue dando.

 Edmir Saint-Clair

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IMAGINAÇÃO: UMA FACA DE DOIS GUMES

 

Segundo Platão, existe um plano das idéias.

Toda realidade que percebemos é um reflexo dessas idéias.

O plano das idéias é onde se origina uma das faculdades mentais que nos diferenciam de outras espécies, a imaginação. A capacidade de ver com a mente coisas que não, necessariamente, existem no plano real, naquele momento. É a capacidade de projeção de algo ou situação abstrata.

Criatividade x Fantasia?

As duas nascem no plano da imaginação, e se confundem a princípio. A criatividade é ativa, a fantasia é passiva. Ambas fazem parte do plano das idéias e são derivadas da nossa faculdade de imaginar coisas.

São as duas faces de uma mesma moeda, com uma diferença fundamental: não tem o mesmo valor quando se trata de produzir algo novo.

O lado positivo da imaginação produz a criatividade, que se manifesta na ânsia de viabilização daquilo que foi imaginado, resultando em sua realização efetiva.

A criatividade pressupõe um projeto de amanhã. Evolui, torna- se um trabalho e realiza-se.

A fantasia, apesar de muitas vezes festejada, tem um aspecto bastante negativo; nem sempre evolui para ser um projeto de construção de um amanhã. Muitas vezes pode substituir, perigosamente, o processo trabalhoso dessa construção e ir direto para o estado de prazer imediato que a fantasia pode proporcionar. Para quem não acredita no próprio potencial de realização, a fantasia é tudo que resta. A fantasia busca o prazer imediato, busca apenas um alívio, um caminho mais fácil.

 Ela não pensa em construir sua própria realização, apenas sonha inconsequente. A fantasia, quando é levada apenas como brincadeira, um recreio da mente, é muito saudável. É normal fantasiarmos ser um pop-star ou um ídolo famoso. Quem nunca se apresentou para um maracanãzinho lotado, aplaudindo de pé, enquanto cantava embaixo do chuveiro? Enquanto ficar só embaixo do chuveiro, essa fantasia não passará de uma brincadeira deliciosa e inconsequente. Enquanto ficar no plano da diversão e do prazer, ela servirá plena e saudavelmente à sua natureza, que é realizar-se em si mesma.

Mas, sozinha ela não atende às nossas necessidades básicas de sobrevivência.

Nossa mente é palco constante de ambigüidades traiçoeiras. A partir do poder de imaginar, tanto podemos evoluir na direção da imaginação criativa quanto para a fantasia paralisante. Via de regra, desenvolvemos as duas vertentes, de modo que, no início do processo imaginativo, fica muito difícil prever para que direção aquele pensamento irá pender. No nascedouro das idéias, elas não tem diferença alguma, são a mesma coisa: nossa mente abstraindo e paramaterializando uma projeção. Somos capazes de imaginar eventos bastante complexos.

O destino que damos a nossa imaginação é o que faz toda a diferença.

Podemos arregaçar as mangas e tentar produzir o que imaginamos ou podemos nos sentar e ficar fantasiando como seria bom se aquilo se realizasse como ficaria feliz, famoso, bonito, rico e tudo que poderia usufruir como conseqüência. A fantasia, nesses casos, pode alcançar estágios perigosos e delirantes, principalmente, em indivíduos com uma realidade já fragilizada.

O interessante dessa história, é que, quando bem dosada, a fantasia pode ser um elemento propulsor da imaginação. Assim como imaginar criativamente, fantasiar os resultados também faz parte do mecanismo de motivação pessoal. Se for encarada como uma das possíveis conseqüências de um processo, será saudável. Mas, caso se torne o único evento derivado da imaginação, será infrutífero e inócuo. Muitas vezes, chegando a se tornar extremamente danoso e doentio.

- Edmir Saint-Clair

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AS FANTÁSTICAS POSSIBILIDADES DA EVOLUÇÃO HUMANA

 

A evolução é um espetáculo extraordinário

e está aí, evidente para quem consegue vê-la. 

A ciência avança trazendo soluções nunca antes imaginadas. As terapias psicológicas, finalmente, alcançaram a efetividade sonhada por seus idealizadores e importantes precursores, trazendo um novo alento à atormentada mente humana.

Se Freud fosse vivo estaria maravilhado com o que as terapias mentais conseguem realizar hoje em dia. O avanço foi fantástico. Terapias como EMDR, Brainspotting e outras similares conseguem interferir e modificar sinapses cerebrais e, consequentemente, comportamentos indesejados que trazem tanto sofrimento ao ser humano.

A evolução trouxe, também, reflexões sobre aplicações práticas do pensamento filosófico para facilitar decisões cotidianas e para entender melhor à natureza humana. Filósofos contemporâneos como o francês Andrè Comte-Sponville, o inglês Alain de Botton e toda uma geração de pensadores estão trazendo a sabedoria milenar do pensamento humano para oferecer soluções para nossas decisões cotidianas. Reforçando essa expansão, está a WEB que nos permite obter informações sobre toda cultura humana produzida até hoje com um simples GOOGAR (pesquisar no Google) no nosso smartphone.

O advento da WEB, que aumenta, a cada dia, exponencialmente a velocidade da comunicação, a troca de informações e a rapidez com que se pode dispor de qualquer conhecimento desejado, catapultou a evolução humana a um nível extraordinário e estamos vivendo o despertar de uma nova era para a humanidade.

Essa evolução alcança todas as áreas; engenharia, medicina, física, química, astronomia e abrange todo conhecimento humano.

A evolução humana não acontece, paulatinamente, dia a dia, como imaginamos. Ela acontece aos soluços, às vezes imperceptível até estar totalmente estabelecida. Outras vezes, vomitadas violentamente por acontecimentos, geralmente, trágicos.

Só uma coisa é mais importante que o conhecimento, a imaginação. E, quanto mais conhecimento a gente tem, mais alto voa a nossa imaginação e é nesse vôo que vislumbramos coisas nunca antes possíveis. E assim, criamos um círculo virtuoso que se autoalimenta.

Quanto mais o cidadão comum estiver ciente de que o seu smartphone o habilita a expandir seu conhecimento o quanto ele quiser, mais brilhante será o futuro.

O conhecimento precisa entrar em moda. A curiosidade precisa ser incentivada. As pesquisas devem ser financiadas e estimuladas. Estudar tem que ter outro sentido, um sentido prazeroso de melhorar, através do conhecimento obtido, nossa qualidade de vida.

Se cada um dedicar 40 minutos de seu tempo para ler com atenção qualquer texto que lhe atraia, a evolução será gigante e ainda mais rápida.

Hoje, essa possibilidade está nas mãos de todos. Literalmente.

– Edmir Saint-Clair

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IMORAL

  
     É imoral imaginar que um ser humano exista unicamente para servir a qualquer ideia, religião, estado, entidade ou a outro ser. Humano ou não.

    O respeito pela liberdade só existe quando cada um pode ser quem é e dispor da própria vida da forma que desejar, sem ser invadido ou invadir o mesmo direito alheio.



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ESTAMOS PENSANDO DEMAIS

 

Estamos sobre carregando nosso cérebro com uma quantidade nunca antes imaginada de informações por minuto. Nos chegam por todos os lados e vindas de todo tipo de fontes imagináveis. Se não formos seletivos e atentos, terminamos entrando em grupo de terraplanistas sem nem saber como chegamos ali... É um caso muito sério.

As redes sociais excitam o cérebro não deixando que ele tenha pequenos “períodos de descanso” entre um foco e o próximo. A maioria das vezes os pensamentos se atropelam, um querendo passar na frente do outro, um querendo parecer mais importante que o outro. Isso causa cansaço e confusão mental que, por vezes, as noites de sonos não conseguem recuperar.

Se não tomarmos muito cuidado podemos submeter nosso cérebro a uma sobrecarga com consequências imprevisíveis.

Pensar demais nos faz passar muito mais tempo trancados em nossas mentes do que vivendo a realidade. E assim, os problemas se agigantam. Pensar demais não quer dizer pensar melhor. A maioria das vezes ocorre exatamente o contrário, entra-se num hiper foco e, consequentemente, perdemos a visão periférica que nos situa com relação a todo nosso entorno físico e psíquico.

Quando somos estimulados não temos controle, porque pensar é algo que não podemos evitar. Mas, tudo em exagero faz mal e uma pane mental pode fazer grandes estragos.

Não é a toa que a meditação, a arte de silenciar o cérebro, é tão procurada como um elixir do equilíbrio e da tranquilidade.

Cada vez mais a observação brilhante do grande poeta e pensador Ferreira Gullar faz todo sentido: “A arte existe porque a vida não basta.”.

Daí a gigantesca importância das artes, da diversão, dos amigos, da praia, do futebol e de tudo que nos faz sorrir e não pensar. 

A verdade é, que quando estamos felizes não pensamos em nada, e é quando existimos mais do que nunca.

Edmir Saint-Clair

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PAÍS LAICO. E SÉRIO?

A simples citação, não só da orientação religiosa evangélica, como também, de uma pré-disposição declarada de submeter decisões jurídicas máximas do país a esses princípios religiosos, num país constitucionalmente laico, já deveria se caracterizar como impedimento legal intransponível contra uma indicação a Ministro da Suprema Corte de qualquer país que se diz laico.

E sério.

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